Falta liderança na Google do Brasil.
O colorido ambiente de trabalho do Google — com mesas de bilhar, pufes e outros apetrechos já conhecidos — estaria perdendo seu poder de atração de jovens talentosos e promissores? Desde a criação do Facebook, em 2004, estima-se que pelo menos 200 profissionais tenham trocado os pufes do Google por um emprego na companhia de Mark Zuckerberg — boa parte deles no ano passado. O fantasma de empresas de internet como Twitter e LinkedIn também já é visto rondando o quintal do Googleplex, sede mundial da companhia em Mountain View, na Califórnia. Dias atrás, o fantasma da concorrência por talentos tomou forma na unidade brasileira do Google. O executivo Alexandre Hohagen, vice-presidente da operação na América Latina, anunciou sua partida para o Facebook depois de seis anos no Google. A saída de Hohagen abriu não o primeiro, mas o segundo buraco no alto escalão da companhia na região. Em setembro do ano passado, o então diretor-geral do Google no Brasil, Alex Dias, pediu demissão pa...